quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ESPERANÇA


ESPERANÇA

O mar me convidou para dançar.
O sol exibido se desnudou
de suas vestes, matizou o céu,
despediu-se do dia e de mim.
A luz me convidou a sonhar.
Choveram estrelas de esperança.
(Graciela da Cunha)

A cortesia é o primeiro passo da caridade e
a gentileza é o princípio do amor.
(Graciela da Cunha)

sábado, 13 de fevereiro de 2010

BORBOLETAS AZUIS


BORBOLETAS AZUIS

No Portal dos Sonhos e da Magia
as azuis borboletas
voam, giram, tontas
pousando nas rosas.

Com suas asas
suavemente batendo
vão de rosa em rosa
o néctar recolhendo.

Suave aroma
deixam exalar pelo ar.
Borboletas inquietas,
felizes, não cansam de voar
entre fadas, duendes,
elfos e Grilo Falante.
Juntam-se as asas de libélulas,
graciosidade e varinhas de condão.
(Graciela da Cunha)

SEU SONHO


SEU SONHO

Cultive os seu sonhos
como o jardineiro.
Cuida das flores
para embelezar a paisagem.

Ame o seu sonho como
amante impetuoso
para transbordar paixão
e transpor limites.

Beije seu sonho,
com o beijo apaixonado
dos amantes.
Deguste o seu sonho
como o mais precioso vinho.

Poetize os seus sonhos
com a sedução da poesia.

Realize os seus sonhos descobrindo,
cultivando, amando, beijando,
lutando e poetizando a vida
como um sonho.
(Graciela da Cunha)

MEU AMOR


MEU AMOR

Quero ser tua água,
viver no teu leito,
és o meu rio.

Quero ser o teu néctar,
quero o teu beijo,
és o meu mel

Quero ser tua flor,
girar em teu sol,
tu és meu amor.
(Graciela da Cunha)

ESPERANÇA


ESPERANÇA

O mar me convidou para dançar.
o sol exibido se desnudou,
com suas vestes matizou o céu,
despediu-se do dia e de mim.

A luz me convidou a sonhar...
Choveram estrelas de esperança.
(Graciela da Cunha)

SANGUE


SANGUE

A única rosa
que me ofertaste
chorou sangue
dos espinhos em
meu coração.
(Graciela da Cunha)

MINHA POESIA


MINHA POESIA

Minha poesia,
que considero infinita,

vive em silêncio
dentro de mim.

Não foi dita,
não foi escrita,

está na guarita
do meu coração.
(Graciela da Cunha)

SAUDADE


SAUDADE

Saudade...
Ah, isso sim,
sempre esteve comigo!
As saudade do quê?
Não sei!
Só sei que senti
o que sinto:
talvez a sensação de sonhos
não realizados.
(Graciela da Cunha)

O amor precisa ser apaixonado para não ser monótono,
sem contrato necessita de união.
(Graciela da Cunha)

SONHO


SONHO

Na velha praça
em frente à igreja
abriga, em seus cantos,
antigos passos.
Nos meus passeios
antigos risos.

Nos seus bancos
antigos traços.
No velho tronco da
árvore centenária,
antigas marcas
da palavra amor.

Só na abriga meu sonho,
que tal um passarinho
já abandonou o seu ninho,
e há muito tempo voou.
(Graciela da Cunha)

MEU QUINTAL


MEU QUINTAL

No quintal
comprido e largo,
por muitos anos
abrigado, pelo tempo
era ornamentado
por laranjeiras.
Na frente, um parreiral,
lugar preferido dos bem-te-vis.
Nas ensolaradas,
manhãs de verão.
Nos fins de tarde,
o sol tudo tingia
com a claridade da vida,
enquanto eu crescia
em meio a sonhos,
de felicidades e poesias.
(Graciela da Cunha)

O PRIMEIRO ENCONTRO


O PRIMEIRO ENCONTRO

Quando os nossos olhares se encontraram,
senti toda a felicidade se apossar de mim,
as batidas do meu coração se aceleraram,
desejei que esse momento não tivesse fim.

Eu queria ouvir pela primeira vez a sua voz,
tocar suavemente os seus carnudos lábios,
sonhar com um lindo futuro dedicado a nós
onde amor e paz serão nossos entes sábios

Para te encontrar cruzara as mais distantes
fronteiras do universo e atravessara estrelas
que fulgem esquecidas da visão humana.

Enfim nos encontramos, almas irmãs constantes,
felizes viveremos nossas paixões somente por tê-las
mais uma vida linda como tantas outras se emana.
(O FILHO DA POETISA e Graciela da Cunha)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A MUDEZ DE UMA POETISA


A MUDEZ DE UMA POETISA

Vivo agora uma situação que me aterroriza,
não estou conseguindo os meus poemas escrever,
isto é um absurdo para quem, como eu, sou uma poetisa,
de pegar uma folha e não escrever uma linha se quer.

Sei que não sou deusa da poesia e nem tão pouco uma rainha,
acredito que para escrever eu necessite de uma inspiração.
Agora não conseguir escrever mesmo nenhuma linha
De um texto qualquer... causa-me muita frustração!

Numa situação dessa a quem devo pedir ajuda?
Aos meus amigos poetas? Ao deus grego da poesia?
O que devo fazer para que a minha inspiração deixe de ser muda?

Quem ao ficar ciente da minha história e teve de mim compaixão,
se for poeta ou um excelente leitor, que venha com toda energia
e passe-a para mim assim que me estender a sua salvadora mão.
(O FILHO DA POETISA)

P.S.: Sendo solidário à minha amiga e poetisa Graciela Cunha.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

CORPOS ARDENTES


CORPOS ARDENTES

Mãos que se misturam em corpos ardentes
descortinando desejos e mil anseios
Bocas se misturam a músculos e seios
E o coração pulsando em forma latente

E se os lençois da cama vimos a frente.
Na hora da entrega, sem culpa ou anseios
Nos dois, como loucos, buscamos meios
Onde nós nos damos por completamente

Mas depois do amor, corpos extenuados
Corações batendo, mansos compassados
Pouco importa aquilo que se dá la fora,

De uma relação que é mansidão e calma
Restam de nos dois as nossas duas almas,
A vaguear juntinhas pelo mundo afora.
(Graciela da Cunha e Jenario de Fátima)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


Deixe cada amigo ou amor seja conforme é
e não como pretende que ele seja.
(Graciela da Cunha)

DOCE AÇUCARADO


DOCE AÇUCARADO

Amo a vida!
Amo as flores!
sou toda ternura,
tomada de amores!

Meu coração,
doce açucarado,
malandro, com sentimentos
de amores tomado.
Cada um
num seu compartimento.
(Graciela da Cunha)

MINHA VIDA


MINHA VIDA

Minha vida
é navegando
aos caprichos do destino
sem ancoradouro,
num ir e voltar
sem fim.
(Graciela da Cunha)




Um nó me vem
na garganta.
Tranco o choro
sofrido
e desigual.
(Graciela da Cunha)

SONHO


SONHO

O meu
sonho:
acordar
em teus
caminhos.
(Graciela da Cunha)