segunda-feira, 17 de agosto de 2009

CASULO


CASULO

Liberto-me do casulo
da crisálida pela qual sofri
metamorfose e maturação
deixo na gaveta esqueci

Olho-me no espelho
preciso entender as formas
elas estabelecem limites
apenas tudo se transforma

As vezes sou borboleta
outras sinto-me um besouro
imaginação corre solta
vou seguindo carregando louro

Sou fisicamente delimitada
simples corpo de mulher
seguindo aceito as mudanças
serei feliz até onde der
(Graciela da Cunha e SoninhaBB)
24/06/2009

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Graciela da Cunha